Acho que faz jus ao tempinho que levei pra ver a bola da vez.
Depois de muita espera (e a possibilidade de conciliar o tempo com a namorada), finalmente fui aos cinemas assistir Inception – vulgo “A Origem” por aqui. Devo dizer que não foi nada fácil esperar, afinal, minhas expectativas já bem eram grandes desde que a sinopse e trailers começaram a pipocar na internet. E depois que o filme ainda caiu nas graças da crítica e do público, não havia dúvidas: O negócio era correr pra frente das telonas pra ontem!
A essa altura, todo mundo já sabe que Christopher Nolan (diretor de Amnésia, O Grande Truque, Batman: O Cavaleiro das Trevas) nos brindou com mais uma de suas obras primas – provavelmente a maior – e que Leonardo DiCaprio (O Aviador, Diamante de Sangue, A Ilha do Medo) entregou-se à um dos papéis mais brilhantes de sua carreira. Já sabemos que os aplausos, ovações, e tudo quanto é tipo de mérito já foram creditamos para A Origem, portanto, eu não preciso repetir. Mas, resolvi expor alguns comentários mais condizentes com o conceito do longa, sobretudo, devido a coincidência de eu ter me deparado e estudado assuntos que são tangíveis em diversos momentos do enredo de Nolan.